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Trump recua e garante que Irão deixou de matar

Presidente norte-americano acredita não existir, para já, um plano para execuções mas não descarta ataque.

16 de janeiro de 2026 às 01:30

Donald Trump diz que foi informado “por fontes fidedignas” de que os planos de execuções de manifestantes no Irão foram interrompidos, dando a entender que poderá recuar na sua intenção de atacar o país. “Fomos informados de que as mortes no Irão estão a parar - pararam - estão a parar”, assegurou. O Presidente norte-americano garante ainda que “não há planos para execuções”, referindo-se à sentença de morte do manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, cuja execução estava prevista para quarta-feira mas não chegou a realizar-se. Trump não afastou totalmente, no entanto, a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA. “Vamos acompanhar o processo”, declarou, acrescentando que a sua Administração recebeu uma “declaração muito positiva” por parte do Irão.

Do lado iraniano, as autoridades asseguram ter “controlo total” da situação. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, afirmou que “prevalece a calma” após mais de duas semanas de protestos. Segundo a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, os protestos terão feito pelo menos 2571 mortos.

Entretanto, Portugal anunciou o encerramento temporário da embaixada em Teerão. Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, todos os portugueses que estão no Irão já foram contactados pelas autoridades consulares. Oito já abandonaram o país, enquanto outros se encontram em processo de saída, num conjunto de operações conduzidas com reserva por motivos de segurança. Apesar das recomendações, dez portugueses optaram por permanecer no país.

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