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"O Irão está a ser dizimado": Trump reúne-se com chanceler alemão na Casa Branca

Encontro aconteceu na sequência dos mais recentes ataques de Israel e dos EUA ao Irão, que se iniciaram no passado sábado.

03 de março de 2026 às 17:12

O presidente norte-americano, Donald Trump, reuniu-se, esta terça-feira, com o chanceler alemão, Frederich Merz, na Casa Branca, onde confirmou que as pessoas que tinham como alvo "estão maioritariamente mortas" e que "haverá uma terceira vaga de ataques", na sequência dos mais recentes ataques de Israel e dos EUA ao Irão, que se iniciaram no passado sábado. 

Trump considerou que neste momento o Irão não tem proteção aérea e capacidade de radar. "O regime já deve ter matado 35 mil pessoas nas últimas semanas, os manifestantes foram violentemente mortos", por isso, e deixa o conselho, "o melhor é não fazer protestos agora, há muitas bombas a cair". 

Questionado pelos jornalistas sobre qual será o pior cenário possível, Trump explicou que não sabe se haverá um cenário pior que o atual, "já destruímos o stock de mísseis, eles tinham muitos e já estamos a destruí-los todos". "O Irão está a ser dizimado", afirma.

Donald Trump garantiu ainda que hoje, se quiser, pode "parar todo o comércio com a Espanha". "Nós somos os mais fortes do mundo inteiro", explica. 

O presidente norte-americano ressaltou que os Estados Unidos têm "um fornecimento ilimitado de armas", muitas delas armazenadas em diversos países. "Muitas das nossas munições foram dadas pelo Biden, eu ofereci algumas à Ucrânia mas eles devolveram", explicou. 

Já o chanceler alemão, Frederich Merz, considera que a guerra tem de terminar rapidamente uma vez que "vai danificar a nossa economia". 

O presidente norte-americano considerou que tanto Espanha como o Reino Unido não têm colaborado com os EUA. 

A situação de guerra entre a Rússia e a Ucrânia foi também tema na reunião, onde o presidente norte-americano confessou que acreditava que fosse algo mais fácil de resolver, mas que existe muito ódio entre os presidentes, no entanto, "está no topo da minha lista", refere. 

Para finalizar as declarações, Trump afirmou que "se não soubéssemos o que estamos a fazer já estávamos perante uma guerra nuclear". 

Em atualização.

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