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Von der Leyen divulga plano para mobilizar 800 mil milhões de euros para defesa europeia

Plano "Rearmar a Europa" implica ainda a disponibilização de 150 mil milhões de euros de financiamento para os Estados-membros da UE.

04 de março de 2025 às 09:14
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Von der Leyen divulga plano para mobilizar 800 mil milhões de euros para defesa europeia

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou esta terça-feira, em Bruxelas, querer mobilizar 800 mil milhões de euros para investimento na defesa europeia.

O plano "Rearmar a Europa", disse esta terça-feira a líder do executivo comunitário numa declaração à imprensa sem direito a perguntas, ambiciona mobilizar "800 mil milhões de euros (ME) em despesa de defesa para uma Europa segura e resiliente".

Este plano, cujos traços largos von der Leyen referiu, implica ainda a disponibilização de 150 mil milhões de euros de financiamento para os 27 Estados-membros da União Europeia (UE), que deverão ainda poder reafetar fundos, como os de Coesão, para investimento na defesa e rearmamento.

Salientando "a grave natureza das ameaças" que a UE enfrenta, Ursula von der Leyen acrescentou que "a Europa está preparada para agir com a decisão e a velocidade requerida", devendo responder a necessidades de curto e longo prazo.

Bruxelas propôs uma flexibilização das regras orçamentais para incentivar o investimento na defesa sem desencadear um procedimento por défice excessivo.

"Se os Estados-membros aumentassem as suas despesas com a defesa em 1,5% do PIB, em média, isso poderia criar uma margem orçamental de cerca de 650 mil milhões de euros durante um período de quatro anos", referiu também a responsável europeia.

"Esta medida permitirá que os Estados-Membros aumentem significativamente as suas despesas com a defesa sem desencadear o procedimento por défice excessivo", referiu.

O plano -- que será esta terça-feira enviado às 27 capitais da UE com vista a ser debatido no Conselho Europeu extraordinário de quinta-feira -- permitirá ainda enviar rapidamente ajuda militar à Ucrânia, após Washington ter decidido cancelar a enviada pelos Estados Unidos.

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