O argumento (digno de antologia) é que ela era muito "impertinente". Agora, o regime mandou encerrar 34 estações de rádio (prepara-se para fazer o mesmo a mais uma centena), ameaça de fecho a Globovisión, vai impedir o acesso livre às emissões por cabo, não deixa que os jornais independentes importem papel e está a eliminar a ‘literatura burguesa’ das bibliotecas públicas. Tudo em nome da "saúde mental" dos venezuelanos e do "socialismo do século XXI", um emblema que tem vindo a ensurdecer e esvaziar o país. Mas a democracia é uma coisa relativa, como se sabe.
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