Em pouco tempo fez esquecer um jogador marcante como Lisandro Lopez, forçou o treinador a uma reforma do sistema colectivo e colocou em seu devido lugar o incrível Hulk, que, à falta de melhor, andava a ser promovido artificialmente a estrela da companhia desde o início da temporada. Falcão voa sobre os centrais com mais elegância do que Mário Jardel e com uma eficácia que começaa pedir meças ao brasileiro. Mais do que o achado, os dirigentes do FC Porto, menos competentes na descoberta de talentos, deviam agradecer ao Benfica a rejeição do colombiano. Se estivesse agora na Luz, Falcão faria menos voos do que a águia ‘Vitória’e talvez não tivesse conseguido passar de polidor de bancos e bancadas, à semelhança de Keirrison, como reserva de Oscar Cardozo e de Saviola.
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