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Ninguém sai à rua não vá uma bala furtiva... Em Viseu, um soldado da GNR foi ameaçado com tiros para o ar pelos amigos de "um indivíduo perigoso" que ajudou a capturar.

Em Eiriz aconteceu uma coisa diferente. Os tiros foram para baixo. Estavam os clientes do Café Novo a bebericar cerveja e a ver televisão quando um meliante, de caçadeira em punho, disparou para o chão antes de assaltar a caixa. Em Portimão, mal o primeiro-ministro saiu do Pavilhão do Arade logo sete balas embateram na cobertura metálica do recinto. Enfim, os atentados são como os chapéus. Há muitos.

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