A colunista Janet Daley, no ‘Daily Telegraph’, relembrava recentemente que não: as eleições não servem apenas para remover pacificamente os governantes; servem também para que o povo escolha entre partidos concorrentes com base nos respectivos programas fiscais. Tradução: quanto é que os candidatos pretendem gastar se chegarem ao governo? E, já agora, quanto é que pretendem cobrar em impostos?
Portugal até pode abrir mão desta extravagância. Mas, nesse exacto dia, deixaremos de ser uma democracia.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt