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Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
A eleição falhada de Tiago Antunes para provedor de Justiça oferece uma única lição: o PS não aprendeu nenhuma.
O vice-presidente dos EUA aconselhou o Papa a ter mais cuidado quando fala de Teologia.
Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
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