Pedro Passos Coelho regressa ou não regressa? Falsa questão. Ele já regressou e anda por aí, combativo e animado, a demolir o governo com método e zelo. Reformas do Estado? Não se fazem. Crescimento económico? Não se vê. Nomeações para cargos públicos? Uma farsa. E a resposta às catástrofes climáticas foi aquilo que se viu: uma trapalhada e um vexame. O diagnóstico é severo. Também é certeiro. Mas como tenciona ele aplicar a terapia quando a legislatura, por vontade do governo e de Belém, pode durar três anos? Mistério. Além disso, unir a direita pressupõe unir os eleitores de direita. Mas como alcançar esse feito quando as últimas presidenciais foram a prova de que existem duas direitas que vivem em planetas distintos? Os trabalhos que esperam o dr. Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
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Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
Já ficava feliz se o governo comunicasse com o país em português de gente.
A fúria da natureza não se verga perante cartões partidários.
Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
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