Adiar as eleições por causa da intempérie? André Ventura tem uma fraca ideia dos portugueses. Segundo ele, a nossa raça só consegue ocupar-se de uma tarefa de cada vez, não das duas ao mesmo tempo. Se a põem a lidar com a tempestade e a escolher um Presidente da República no mesmo dia, o mais provável é ela paralisar e explodir.
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Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
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