A campanha para a segunda volta das presidenciais terminou antes mesmo de começar. Foi no debate entre António José Seguro e André Ventura: o primeiro, com a placidez de quem já escolhe a mobília em Belém, antecipou a data em que irá receber o segundo enquanto líder partidário. Ventura nem ripostou, aceitando o seu lugar na hierarquia. Se a ‘direita’ tivesse corrido para os seus braços, a conversa seria outra. Não correu. Das ‘elites’ dos manifestos ao ‘povo’ das sondagens, esta segunda volta será ao bilhar grande. Que lhe resta? Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas. Missão difícil? Sem dúvida. Mas, para Ventura, decisiva: ficar aquém desse número será o momento em que a plateia deixa de se abismar com a personagem e começa, enfim, a medir o homem.
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