O novo líder do Irão perdeu o pai, a mãe, a mulher, um dos filhos e talvez um sobrinho nos ataques americanos e israelitas. Será que podemos esperar alguma ‘moderação’ do novo fanático aos comandos do regime? Tenho dúvidas. Infelizmente, o próprio Mojtaba Khamenei desfê-las na primeira comunicação ao país: quer vingar os mártires (tradução: continuar a espalhar o terror no Médio Oriente) e manter o garrote no estreito de Ormuz (tradução: energia mais cara, inflação, juros a subir). Além disso, com 400 quilos de urânio enriquecido a 60% algures no mapa - ou fora dele -, o relógio nuclear iraniano continua a contar. E será, com certeza, acelerado.
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Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
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