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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

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“Trabalhamos com 2.700 guardas para 13.400 presos”: diretores das cadeias alertam para falta de profissionais

Luís Couto, presidente da Associação de Diretores e Adjuntos de Estabelecimentos Prisionais, aponta défice grave de profissionais e pede investimento urgente.

03 de maio de 2026 às 01:30

Não são só os guardas e chefes que trabalham nas cadeias a apontar o estado calamitoso do sistema prisional português. Também os diretores de estabelecimentos prisionais dizem-se “muito preocupados” com o estado das prisões nacionais. “Neste momento trabalhamos com 2700 guardas, e já passámos os 13400 presos”, explicou ao Correio da Manhã Luís Couto, presidente da Associação de Diretores e Adjuntos de Estabelecimentos Prisionais (ADAEP), que lança o alerta: “nem daqui a 10 anos, chegaremos aos 5 mil profissionais que precisamos nas cadeias nacionais”.

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