Contra a parede
A serenidade do dr. Montenegro é, em teoria, de uma elegância exemplar.
A serenidade do dr. Montenegro é, em teoria, de uma elegância exemplar.
Foram críticas subtis que contrastam com a verborreia imprudente dos líderes europeus eleitos.
É uma bela ideia, que ignora um pormenor desconfortável: a realidade.
Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
A eleição falhada de Tiago Antunes para provedor de Justiça oferece uma única lição: o PS não aprendeu nenhuma.
O vice-presidente dos EUA aconselhou o Papa a ter mais cuidado quando fala de Teologia.
Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Há 1 minuto
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