Fernando Mamede
Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.
Uso generalizado da IA estaria a transformar os alunos em ‘cretinos digitais’ e a corromper o ensino.
Os aliados riam-se da petulância e continuavam a viver à sombra da bananeira americana.
Luís Montenegro vai a votos no domingo. Não é gralha. Um partido - qualquer partido - tem sempre o seu candidato presidencial.
Um restaurante israelita, o Tantura, foi obrigado a fechar em Lisboa depois de ameaças, boicotes e vandalismo anti-semita.
Os tempos são outros e os candidatos também: se o povo não basta, talvez os fantasmas ocupem o lugar.
Os EUA removeram Nicolás Maduro, mas não o regime.
Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
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