Obrigado, Trump
A guerra contra o Irão obedeceu à lógica das matrioskas.
A guerra contra o Irão obedeceu à lógica das matrioskas.
O sucesso de um eventual acordo passa por duas questões fundamentais.
Quando o opressor não corresponde ao quadro mental dos ‘humanitários’, é indiferente que Ana Margarida Baptista esteja do lado certo.
Porque a diversidade e o pluralismo só existem quando o Estado se mantém neutro, ou tendencialmente neutro, perante diferentes concepções do bem.
Com os detidos no dia da greve geral, ficamos a saber que os mesmos ‘estão bem integrados na sociedade’.
O liberalismo português, de facto, não tem vida fácil.
Greves na véspera de um feriado, seguido por uma ‘ponte’ com acesso directo a um fim-de-semana servem para dar descanso ao sector público.
O subsídio chega pontualmente sem exigir o incómodo de procurar trabalho. Serei o único a testemunhar estes incentivos perversos?
Se Montenegro é uma ‘cópia’ de Ventura - na imigração, por exemplo -, isso devia merecer um aplauso de Passos, não uma crítica.
O PS não tinha nada a ver com Sócrates. Aliás, mal o conhecia.
É literatura de comício.
Uma legislatura para durar até ao fim? Nunca acreditei nessa benesse.
Enxotar viajantes devia ser um desígnio nacional.
Já existe um vencedor antecipado só por ter chegado à final: Israel.
Há 4 minutos
Há 4 minutos
Há 4 minutos
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