O ataque dos EUA e de Israel ao regime teocrático do Irão é juridicamente discutível e estrategicamente arriscado. Mas reduzir o debate a essa dimensão é confortável – e incompleto. Desde 1979 que o Irão é um dos maiores patrocinadores do terrorismo mundial e, em termos domésticos, uma máquina trituradora do seu povo e, sobretudo, das suas mulheres. Sobre o terrorismo, o Hamas, o Hezbollah, os Houthis do Iémen ou as milícias xiitas do Iraque são apenas os cabeças-de-cartaz. Sobre a repressão interna, basta lembrar as dezenas de milhares de mortos que o regime provocou recentemente. As críticas ao ataque são legítimas; mas ignorar o que lá se passa é uma cegueira selectiva que as diminui de imediato. Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
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