Luís Montenegro não gostou das críticas que Passos Coelho lhe fez. É natural. Eu também não gostava, mas teria algum pudor em demonstrá-lo. Optava antes por desmenti-lo – não por palavras, mas por actos. Se Passos não vê reformas, eu fazia-as. Se Passos não vê vontade de reformar, eu mostrava-a – no Parlamento, expondo o PS e o Chega como as ‘forças de bloqueio’ que são. O pacote laboral seria a primeira prova de vida política. Se o dr. Ventura se acha o herdeiro espiritual do passismo, seria interessante ver o que faria com uma reforma tipicamente passista.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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