Amigos e colegas, com carreiras de sucesso, olham para a política como se ela fosse uma sala mal arejada. É uma pena: são sérios, são instruídos - mas o caciquismo dos partidos, os salários baixos e o anátema que paira sobre a classe bastam para afastar os melhores. A política é para quem não sabe fazer mais nada, dizem eles, o que significa que a democracia corre um risco: ser uma ‘cacocracia’, termo grego com ecos pouco edificantes na nossa língua, traduzido como o governo dos piores.
No seu discurso, Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Num ponto, porém, discordo do presidente da AR: enquanto essa reforma não chega, os deveres de transparência devem ser especialmente espartanos. Para talentos mínimos, escrutínio máximo.
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Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
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