José Luís Carneiro acredita que não tem oposição interna no PS. Eu também acredito que a sra. Scarlett Johansson não para de suspirar por mim, mas é provável que esteja errado. Carneiro também. Ele, um homem inteligente, conhece bem o programa das festas: estará na oposição durante um ano ou dois - e depois, quando houver um oásis nesse deserto, aparecerá alguém para o enxotar do cargo e disputar eleições, fresquinho como uma alface. Coisa feia? Não: coisa antiga, inaugurada por António Costa no célebre golpe para arrumar com António José Seguro. No fundo, o dr. Costa não se limitou a subverter a prática saudável de permitir que o partido mais votado pudesse governar. Ele transformou o PS numa escola de cinismo e traição interna, que os seus herdeiros aprenderam com distinção.
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Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
A eleição falhada de Tiago Antunes para provedor de Justiça oferece uma única lição: o PS não aprendeu nenhuma.
O vice-presidente dos EUA aconselhou o Papa a ter mais cuidado quando fala de Teologia.
Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
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