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João Pereira Coutinho

João Pereira Coutinho

Reis e plebeus

02 de maio de 2026 às 00:30

Não sou monárquico. Mas, no caso do rei Carlos III, abro uma excepção. Bastou ouvi-lo em Washington: um discurso inteligente, com ironia q.b. para dizer mais do que parecia. Defendeu a Ucrânia. Defendeu a NATO. E, evocando a Magna Carta de 1215, lembrou a importância de limitar o poder executivo pelo império da lei. Foram críticas subtis que contrastam com a verborreia imprudente dos líderes europeus eleitos. Friedrich Merz, o chanceler alemão, é um bom exemplo: os EUA estão a ser ‘humilhados’ pelo Irão? Ainda que isso seja uma hipótese, Merz não prima pelo decoro e pelo bom senso. Coisas dessas não se dizem em público para júbilo dos teocratas. Além disso, se a ‘humilhação’ se confirmar, quem pensa Merz que vai pagar a factura? Trump? Ou serão os alemães e os restantes europeus, que já sentem o garrote da inflação a apertar?

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