Será que o crescimento do Chega também foi obra indirecta de António Costa? Um artigo do site Político levanta essa hipótese: em 2015, quando o dr. Costa assumiu o poder, o Chega ainda não existia. Mas com os serviços públicos à míngua, a falta de casas e a imigração desregrada, o Chega lá apareceu. Além disso, a forma cínica como o PS alimentou o fenómeno, na esperança de emparedar o PSD, juntou o inútil ao desagradável. Agora, com a devastação climática, surgem outros fantasmas do passado. Foi prudente suspender barragens para garantir o apoio da extrema-esquerda? Segundo vozes técnicas, a construção da barragem de Girabolhos, cancelada em 2016, teria evitado as cheias no Mondego. A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas. Mas a factura que ele deixou – política, social e material – ainda está a chegar.
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