Quando se avança com a baioneta e se encontra carne mole, avança-se; quando se encontra aço, recua-se.” O ensinamento é de Lenine, mas Donald Trump também o pratica. Viu-se agora com a Gronelândia: a ideia era anexar o território dinamarquês ‘a bem ou a mal’? Os europeus responderam com aço, admitindo a venda da dívida americana que detêm. Os mercados, compreensivelmente, entraram em pânico.
A Casa Branca também: há eleições para o Congresso este ano e ninguém quer chegar às intercalares com a economia nas cordas. Trump recuou. E o acordo de que se fala entre os EUA e a NATO parece ser um mero aprofundamento da presença da Aliança no Ártico. Significa isto que a ameaça passou? Com Trump, o optimismo é ingénuo. Mas o pessimismo também é excessivo. O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
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O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
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Os aliados riam-se da petulância e continuavam a viver à sombra da bananeira americana.
Luís Montenegro vai a votos no domingo. Não é gralha. Um partido - qualquer partido - tem sempre o seu candidato presidencial.