Sempre gostei de António José Seguro. É um social-democrata, um moderado, um homem decente. E tentou, nos tempos da troika, pensar primeiro no País e só depois no partido. O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa. A vitória também não. Excepto para uma ruidosa seita que anda por aí, de lanterna em punho, em busca dos ‘fascistas’ escondidos. Há de tudo por lá. Camaradas que convivem bem com ditadores sul-americanos e aiatolas sanguinários. Oportunistas que radicalizaram a política doméstica como já não se via desde o PREC, levando comunistas e neocomunistas ao poder. E dementes repentinos que já se esqueceram do que andaram a dizer sobre Seguro há apenas uma semana. Justificar opções de voto perante esta seita? Só para quem perdeu o juízo. É ela quem tem de justificar a hilariante superioridade moral de que se julga investida.
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O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.
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