Se José Mourinho lá chegou com dez à defesa e Milito à pesca, por que motivo Queiroz há-de ser menorizado pela sua versão dez atrás e Ronaldo à caça? Os resultados são semelhantes e, da forma como decorre esta Copa América com convidados de outros continentes, Gilberto Madaíl já pensa regressar de Joanesburgo com o cheque dos 30 milhões de dólares, que tanta falta fazem a uma Federação "marginalizada" pelo Estado.
Queiroz é o novo resultadista do futebol nacional, faltando-lhe apenas uma ponta de sorte. Não que não a mereça, mas apenas porque o rigor do seu planeamento não deixa margem a especulações, riscos aventureiros ou intervenções divinas. É pena.
Com essa pequena margem entre a sua previsibilidade obsessiva e a aleatoriedade malandra de Scolari, Portugal, que já é imbatível, passaria a ganhar os jogos.
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