Mesmo que a sua técnica como citarista tenha sido ultrapassada por outros, os sons que transportou abriram o Ocidente para outras melodias e influências – e mostraram que tínhamos sobre o "resto do mundo" uma curiosidade muito limitada. Talvez a atual crise, que mostra a aflição europeia, nos faça descobrir que não somos o centro do mundo. Ou que o mundo não tem centro. Shankar foi uma amostra.
Atenção redobrada na segunda-feira: é anunciado o vencedor do Prémio Leya. Até agora, um moçambicano, um brasileiro e um português ganharam os 100 mil euros.
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