Na maior parte dos casos, romances – a verdadeira autoajuda; em alguns, permitir a automedicação; infelizmente, não estão autorizados genéricos. A prescrição seria um risco porque há livros que podem fazer mal à saúde, claro – mas vale a pena corrê-lo desde que o paciente seja avisado pelo farmacêutico e assine um termo de responsabilidade.
Há outros que só com prescrição médica, tais são os poderes de certa literatura. Em ‘O Egípcio’, de Mikka Waltari, por exemplo, o médico Sinouhe escreve palavras num papiro e dá-as a comer aos seus doentes porque elas têm "virtudes curativas". Em Inglaterra, as autoridades do sistema nacional de saúde acabam de lançar a iniciativa, com a associação de bibliotecários.
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