É, por isso, um dia de alegria e de celebração contra o antissemitismo e as perseguições religiosas ou étnicas. Há uma longa polémica sobre o ‘Livro de Esther’ e sobre a sua historicidade – debates semelhantes percorrem, entre confissões, a leitura do texto bíblico quando a partir dele se procuram factos, e não a inspiração que atravessou séculos e séculos de exemplos e de interpretações.
Mas nenhum desses debates fez perder sentido ao dia de Purim: a gratidão pelo milagre, pela beleza (de Esther), pelo inesperado e pelo inexplicável, que estão na raiz de qualquer sentimento religioso.
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