Tinha razão na história do "Álvaro" – é como ele gosta de ser tratado e faz bem. Tinha razão acerca dos projetos de industrialização do país e na recuperação das minas. Tinha razão quando defendeu o regresso à agricultura. Tinha razão quando defendeu a descida do IRC e do IRS. E teve-a na questão das energias renováveis. Teve quase sempre razão diante das multidões ululantes de palhaços que o elegeram como alvo da solenidade empertigada, fátua, inculta, provinciana e com medo da criatividade e do risco. Obrigado, Álvaro.
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