Francisco José Viegas

Escritor

Blog

18 de abril de 2013 às 01:00
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A ideia é esta: os governos têm de limitar urgentemente os seus défices e de pagar as dívidas, mas a austeridade, em si mesma, não é um valor absoluto e pode ser perigosa. Nem de propósito, soube-se ontem, parece que o estudo ‘Crescimento em tempo de dívida’, de dois economistas de Harvard (Rogoff & Reinhart, que nome!), onde se inspiram muitas das atuais políticas de austeridade, tinha "uns números errados". Ora, os "números errados" a mim dizem-me pouco e não alterarão o essencial (a crise europeia e a necessidade de cortar na dívida e na despesa do Estado) – mas parece evidente que a discussão sobre "as pessoas" (nós, eu e você) não pode ficar só entregue a Rogoff & Reinhart.

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