Para isso terá a colaboração de um amigo, claro – e a sessão, aberta a maiores de 18, será "gravada por outros artistas", e é parte de um projeto mais geral de arte e de "reflexão sobre a virgindade".
Clayton teve essa ideia há três anos, como li numa entrevista. Transformar o corpo em "objeto de arte" não é uma novidade, mas os limites das "artes performativas" serão testados até não haver limites (há uma indústria criminal ligada ao assunto).
Urinar e defecar em público, lacerar e mutilar, "fazer sexo", nada disso é uma revolução: apenas uma exibição efémera a que se acrescenta o apêndice "arte". Talvez um dia se faça arte em segredo, em diálogo com o invisível e com a beleza.
Sai daqui a 15 dias o livro de Adelino Cunha, 'António Guterres. Os Segredos do Poder', biografia do ex-primeiro-ministro (edição Alêtheia) - da militância católica às conspirações no partido e ao combate contra "o pântano"
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