Luciano Amaral

Professor universitário

Cadáver esquisito

17 de maio de 2013 às 01:00
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Entretanto, o Governo adopta uma taxa que não é para ser adoptada mas que, mesmo assim, é adoptada, embora na condição de nunca vir a ser adoptada. Como diria o pintor: "Isto não é uma taxa."

Belos momentos circenses, no meio dos quais se fala em cortes e despedimentos. Entram agora Marlene e os seus cãezinhos amestrados.

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Mas se o Governo é este cadáver esquisito, o que impede o PS de o enterrar de vez? Duas coisas: uma, o PS arrisca-se a ganhar as Autárquicas de Outubro, mas até lá não quer chatices, não vá o euro cair ou Cristo regressar; a outra, ele próprio é um cadáver esquisito, que está e não está na oposição, e não sabe o que fazer. Como diria o pintor: tirem-me daqui.

Texto escrito com a antiga grafia

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