Sulipas atreladas a tanques
A conferência de imprensa do ministro da Administração Interna foi uma assombrosa colecção de desculpas esfarrapadas.
Luciano Amaral
Professor universitárioA conferência de imprensa do ministro da Administração Interna foi uma assombrosa colecção de desculpas esfarrapadas.
Temos de nos preparar para um mundo em que já não existirá um nosso compatriota maior que o país.
Os novos EUA eram um pigmeu global, mas iniciaram a descolonização dos impérios europeus (britânico, espanhol, francês, neerlandês, português...) que então dominavam o mundo.
Grande parte dos imigrantes vieram para uma corrida desesperada a um emprego que nunca encontraram.
Provou-se de vez que o Governo não poderá contar com o Chega para medidas difíceis.
Trump anunciou pela 39.ª vez um acordo de paz “ao virar da esquina”. Parece que desta vez é a sério.
Já se percebeu que o tópico actualmente mais intrigante da política nacional é saber o que quer Pedro Passos Coelho fazer.
Não são apenas o PP e o Vox a pedir eleições, são velhas glórias do próprio PSOE, como Felipe González.
Se Montenegro quer emular esse tempo, não é com platitudes centristas que lá vai.
As democracias têm muitas disfuncionalidades e defeitos, só que os autoritarismos também.
Talvez tenhamos de nos desabituar de ver o Reino Unido como o país da estabilidade política.
A ministra do Trabalho queria dar uso aos artigos que foi escrevendo ao longo da sua carreira académica.
A propaganda, e os seus ecos no jornalismo ocidental, servem apenas para acelerar um ou outro resultado.
Magyar é um político de direita radical e populista ao estilo de Orbán.
Há 4 horas
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