Passar pelo estreito
Trump anunciou pela 39.ª vez um acordo de paz “ao virar da esquina”. Parece que desta vez é a sério.
Luciano Amaral
Professor universitárioTrump anunciou pela 39.ª vez um acordo de paz “ao virar da esquina”. Parece que desta vez é a sério.
Já se percebeu que o tópico actualmente mais intrigante da política nacional é saber o que quer Pedro Passos Coelho fazer.
Não são apenas o PP e o Vox a pedir eleições, são velhas glórias do próprio PSOE, como Felipe González.
Se Montenegro quer emular esse tempo, não é com platitudes centristas que lá vai.
As democracias têm muitas disfuncionalidades e defeitos, só que os autoritarismos também.
Talvez tenhamos de nos desabituar de ver o Reino Unido como o país da estabilidade política.
A ministra do Trabalho queria dar uso aos artigos que foi escrevendo ao longo da sua carreira académica.
A propaganda, e os seus ecos no jornalismo ocidental, servem apenas para acelerar um ou outro resultado.
Magyar é um político de direita radical e populista ao estilo de Orbán.
A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.