É tal a cacofonia entre os contendores e os comentadores que se torna difícil ver com clareza onde estamos na guerra de EUA e Israel com o Irão. Quase nada do que uns e outros fazem e dizem ajuda muito. O New York Times, por exemplo, por facilidade de paralelismo histórico, lembrou-se de dizer que esta é a “crise do Suez” dos EUA. Que o Irão o tenha tentado, não quer dizer que tenha conseguido. Convém perceber o que representou esse célebre episódio de 1956. Representou o fim da capacidade da Europa para impor a política de canhoneira no mundo sem autorização e apoio dos EUA. Não parece que os EUA estejam na mesma situação.
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A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
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