Esta guerra do Irão é um festim de folclore propagandístico. Entre um presidente americano que declara vitórias a cada 72 horas, ao mesmo tempo que faz ameaças hiperbólicas que nunca cumpre, e um poder iraniano sanguinário que grita vitória depois de ter sido abjectamente esmagado no espaço de dias por uma, apesar de tudo, pequena missão militar americana, estamos em plenos “som e fúria” inconsequentes. No terreno, a situação é a mesma de há duas semanas, quando os EUA decidiram contra-bloquear um estreito de Ormuz que o Irão tinha antes bloqueado. A concludente derrota militar deixou a Teerão apenas esta arma livre. Ora, é uma arma de dois bicos: se impõe grandes custos ao mundo pelo encarecimento do petróleo, impõe-nos ainda mais ao próprio Irão, que não pode viver sem Ormuz aberto.
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A propaganda, e os seus ecos no jornalismo ocidental, servem apenas para acelerar um ou outro resultado.
Magyar é um político de direita radical e populista ao estilo de Orbán.
A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
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