Portugal tem mesmo dificuldades com as datas importantes da sua história. Daqui a três dias faz 50 anos que a Constituição sobre que assenta a nossa democracia foi aprovada e pouco se fala disso – não há grandes eventos oficiais, grandes debates político-académicos, grandes edições críticas. Nem sequer grandes debates na opinião pública ou dossiers de jornal. O mesmo aconteceu nos 200 anos da revolução liberal (cujos efeitos fazem empalidecer os do 25 de Abril), nos 200 anos da primeira constituição ou até nos 500 anos do nascimento de Camões. E se nunca ninguém se esquece do 25 de Abril (o único evento com honras de grande celebração), “a fortiori” não deveria esquecer-se da aprovação da Constituição de 1976, a verdadeira institucionalização da democracia portuguesa. A Constituição que anda na boca de toda a gente, por causa da ocasional “maioria constitucional de direita” que a pode “matar”, afinal não merece um bocadinho de atenção.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos