É espantoso o efeito que pessoas como Viktor Orbán têm na reabilitação de certas ideias. Orbán foi derrotado por Peter Magyar nas legislativas húngaras de há cerca de uma semana. O júbilo na Europa a oeste do Elba foi geral. E muito bem: Orbán e os seus métodos de governação não eram flor que se cheirasse. O que já não se percebe tão bem é o júbilo pela eleição de Magyar.
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Magyar é um político de direita radical e populista ao estilo de Orbán.
A arma do Estreito de Ormuz tem limites. O Irão precisa tanto (ou mais) dele aberto como o mundo.
As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
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