Agora que o ciclo comemorativo dos 50 anos do 25 de Abril se aproxima do fim, percebemos como se perdeu a oportunidade para discutir tudo o que aconteceu na altura de forma mais elaborada. A opção pela versão edulcorada do “dia inteiro e limpo” retirou de cena todas as complexidades da época. Estas complexidades históricas são também as de hoje, como se voltou a ver no passado dia 2 de Abril, data em que se comemorou a aprovação, há 50 anos, da Constituição de 1976, e como já se tinha visto a propósito do 25 de Novembro de 1975. Aquilo que é recalcado sempre reaparece. Lá coube de novo ao Chega e ao CDS fazê-lo reemergir.
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As constituições são, entre outras coisas, feitas para durar. Revê-las profundamente pode significar acabar com elas
Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
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