Com a partida de Marcelo Rebelo de Sousa da presidência e o protagonismo do espaço político devolvido a António José Seguro, Pedro Passos Coelho e Luís Montenegro, até parece que os últimos dez anos não existiram. De volta estão as figuras de meados da segunda década do século XXI. Longe estão António Costa, Jerónimo de Sousa e Catarina Martins que, já antes de Marcelo, tinham saído pela esquerda baixa. E, de facto, a década não existiu mesmo, pelo menos quando vista através dos equívocos que a guiaram.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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