Parece não haver grandes dúvidas sobre o que aconteceu no Irão. Os EUA tentaram ali “sacar uma Venezuela”, através de um ataque fulminante que decapitasse a liderança existente, substituindo-a por outra mais leniente, mesmo sem alteração de regime. Dá a impressão de que o plano esteve quase a resultar: numa questão de dias, as forças armadas mais poderosas do Médio Oriente (a seguir às de Israel e Turquia) foram reduzidas a quase nada, lançando apenas o ocasional míssil, enquanto o “guia supremo” e grande parte da elite política iraniana foram aniquilados. O presidente Masoud Pezeshkian surgiu então com aparente vontade de conciliação, mas cedo se tornou mais discreto, enquanto o filho do falecido guia supremo herdou o lugar, o Irão se lançou numa série de ataques com mísseis sobre os vizinhos árabes do Golfo Pérsico e, sobretudo, bloqueou a navegação pelo Estreito de Ormuz, criando uma escassez que fez explodir os preços do petróleo.
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Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
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