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Prisão preventiva para quatro agentes da PSP suspeitos de agressões na esquadra do Rato. Poderá passar para domiciliária

Há outros dois agentes que foram suspensos de funções e os restantes ficaram com termo de identidade e residência.

Atualizado a 11 de maio de 2026 às 19:44
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Prisão domiciliária para três agentes da PSP suspeitos de agressões na esquadra do Rato

Ficaram em prisão preventiva quatro agentes da PSP envolvidos nos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa. A medida poderá passar para prisão domiciliária, indica o Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa. Os mesmos quatro polícias ficaram proibidos de contactar duas vítimas. Segundo o CM apurou, há outros dois agentes que foram suspensos de funções e os restantes ficaram apenas com termo de identidade e residência.

À saída da sessão, o advogado de vários arguidos neste processo, Carlos Melo Alves, indicou aos jornalistas que três agentes da PSP tinham ficado em prisão domiciliária. 

As medidas de coação foram conhecidas esta segunda-feira, depois de os arguidos serem presentes a juiz no Campus de Justiça de Lisboa.

O Ministério Público pedia prisão preventiva para quatro dos detidos e prisão domiciliária para outros três. 

Recorde-se de que foram inicialmente detidos 15 agentes da PSP e um civil, sendo que permanecem detidos apenas 14 dos polícias. Entre os suspeitos, está o irmão do cantor Nininho Vaz Maia.

Numa fase inicial da investigação, tinham sido detidos outros nove agentes e a todos foi decretada prisão preventiva. 

Os crimes eram gravados e partilhados em grupos das redes sociais, nomeadamente no "Grupo sem Gordos" no Whatsapp.

Publicada originalmente a 11 de maio de 2026 às 10:25

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