Armando Esteves Pereira

Diretor-Geral Editorial Adjunto

Deo Gratias*

01 de maio de 2012 às 01:00
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E se dos PEC só ficaram as más notícias, enquanto que as boas intenções se tornaram letra morta, deste DEO não há a esperar melhor sorte. Garantido é que em 2015, os reformados e funcionários públicos não recebem na totalidade a reposição dos subsídios tirados este ano. Em vez dos 16,6% do salário anual, só vão receber em 2015 uma parcela de 4,1%.

O problema é que esta novela parece de alecrim e manjerona, porque em 2015 há eleições e além da política não se sabe sequer se Portugal a partir de Setembro de 2013 conseguirá ir aos mercados, ou se terá novo resgate.

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Quanto às previsões económicas, com retoma a partir do próximo ano, é caso para dizer ‘Deo gratias’ se isso acontecer.

*Graças a Deus, em latim

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