O primeiro plano do antigo ministro foi diluir o mais possível no IVA a necessidade de aumentar receitas. Isso praticamente humilhou Gaspar: todas as previsões falharam.
A correção de rota fez com que os recibos de ordenado asfixiassem ainda mais os trabalhadores por conta de outrem, com um IRS galopante agravado com sobretaxas. Os impostos sobre o trabalho ajudam a equilibrar as contas, mas ultrapassam os limites da racionalidade.
É urgente que o Governo dê sinal de que o garrote fiscal acabará por ser atenuado: só assim se libertará da herança psicológica de Gaspar. E poderá, talvez, aspirar a ganhar eleições.
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