Uma espécie de frémito sorridente, sonhador, que tocava a todos, embora todos, sem excepção, soubessem que, na melhor das hipóteses, tocaria apenas a um. Mas a expectativa gorou-se. Tal como as esperanças dos náufragos de fôlego curto, a expectativa morreu na praia, entre o Carvalhal e o Pêgo, no preciso momento em que os banhistas avistaram a poucos metros da orla um tubarão-frade cruzando as águas na maior das calmas.
No mês passado, um biólogo da Universidade dos Açores garantiu que era mais provável sair-nos o Euromilhões semana sim, semana não do que vermos um tubarão à beira-mar na nossa costa. Pronto. Lá se foi a sorte grande.
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