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Quatro vitórias consecutivas, 12 golos marcados contra dois sofridos. Será injusto creditar esta sequência de resultados à influência de um só jogador, mas é inegável que a melhoria do Sporting tem muito a ver com o regresso de Fábio Rochemback, um líder com capacidade para pegar – e ‘pesar’ – decisivamente no jogo e contagiar os colegas pelo exemplo.

O Sporting tem novamente uma voz de comando no terreno e José Peseiro está cada vez mais perto de acertar e estabilizar uma equipa-tipo, ao cabo de dois meses de experiências e indecisões.

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Com ou sem losangos, em 4x1x3x2 ou em 4x3x3, parece evidente que a estrutura do Sporting ideal assenta em três duplos pilares – Beto-Anderson Polga; Rochemback-Custódio; Douala-Liedson. Falta ver se Carlos Martins e Hugo Viana têm (ou não) capacidade para se tornarem ‘indiscutíveis’ como são neste momento ‘Roca’, Liedson e Douala.

É que já vai sendo tempo de deixarem de ser só ‘promissores’ e a estabilização da equipa também passa por isso. O clássico com o FC Porto pode ajudar a esclarecer esta dupla dúvida.

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