Por outras palavras: quem nos vai emprestar dinheiro para sobrevivermos exige um corte entre os 8% e os 12%. Mas bastou o PSD falar em 4% (manifestamente insuficiente) para que o PS montasse o circo habitual, levando um país inteiro atrás dos seus delírios.
Perante isto, ainda há quem se escandalize com os 5,7% de juros que teremos de pagar pelo empréstimo. Não vale a pena. O verdadeiro escândalo é ainda haver alguém disposto a passar para as mãos de Sócrates, que pode ser reeleito, um cêntimo que seja.
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