E que nos dizem eles? O óbvio: as receitas do tabaco, depois de novo aumento dos preços, afocinharam com estrondo. Perante isto, a CIP e o governo não retiram a conclusão lógica de que existe um limite para sangrar o consumo. Pelo contrário: acreditam mesmo que um aumento brutal permitirá ao Estado abocanhar mais 500 milhões de euros.
Honestamente, não vejo como. Excepto se o governo complementar a subida do imposto sobre o tabaco com a obrigatoriedade legal (e policial) de todos os portugueses desatarem a fumar. Por imperiosos motivos patrióticos. A ideia pode não ser um primor de saúde pública, concedo. Mas, em hora de aperto, não há que hesitar entre os pulmões e os tostões.
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