Depois, é preciso uma vontade de matar – ou, no caso dos bombistas suicidas, uma vontade de morrer durante o acto. Não há nenhum governo, nenhuma força policial, nenhum serviço de espionagem que consiga impedir, sempre e em toda a parte, o ressentimento anónimo destes monstrinhos.
Mas convém não cair no extremo oposto: acreditar que o ‘diálogo’, a ‘bondade’ e o uso de eufemismos para tratar os terroristas como ‘extremistas’ chegam e sobram para mudar a realidade. Não chegaram.
Em Boston, não morreram apenas inocentes. Morreu também a inocência deste presidente americano. Os inimigos da sociedade livre, sejam internos ou externos, não se comoveram com a canonização universal de Obama.
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