Partilhar

No Portugal-Brasil foi a Ronaldo que o charuto fugiu. A arrancada pela direita que partiu a defesa ‘canarinha’ aos 59 minutos, levando a bola a sobrar para o desperdício de Raul Meireles foi só um exemplo de que, sobretudo na segunda parte, o capitão muito fez para atravessar o Rubicão formado pela linha de golo das balizas defendidas por Júlio César.

Claro está que ontem não houve remates à barra e os livres saíram mal. Nada que impeça Ronaldo de até terça-feira encontrar a mistura certa de corrida, colocação do pé e potência de remate que leve a Jabulani a contornar a barreira, ludibriar o guarda-redes e fazer da sua alegria a alegria de um povo. E aí haverá tantos charutos quantos conseguir carregar.

Pub

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar