A verdade é que estas duas celebridades foram um exemplo de boa conduta para todos os portugueses e assim acabaram por se distinguir, pela positiva, dos restantes famosos que decoraram o concurso da TVI.
Pessoalmente, não tenho nada contra o José Castelo Branco, de quem até sou amigo, nem nada contra os outros finalistas, Alexandre Frota e Jorge Monte Real. Mas, em abono da verdade, não escondo que, sinceramente, gostava de ver uma final só com portugueses. Por esse motivo, egoísta talvez, não percebo como é que o público (português) rejeitou duas pessoas educadas, bem formadas, trabalhadoras e que fizeram tudo para evitar conflitos dentro da ‘Quinta das Celebridades’. Além de que, tanto Mónica como Pedro Reis mostraram ser pessoas de forte personalidade.
Foi, pois, com muita pena que, na gala de domingo passado, vi sair a Mónica. E a tristeza deve-se a muitas razões. Não só porque a cantora das Delirium era uma das concorrentes que entrou na primeira leva, como era também a última mulher na ‘Quinta’. Uma verdadeira resistente, portanto... A estas qualidades, que enaltecem qualquer jogador, acresço o facto de achar que a Mónica dava uma excelente vencedora... Mas jogo é jogo e que ganhe Castelo Branco.
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