Uma ‘coordenação’ com dois homens, ou com duas mulheres, seria mais coerente com os pergaminhos anti-homofóbicos da casa. O ideal, aliás, era alargar um pouco mais a ‘coordenação’ e fazer dela um verdadeiro mosaico com todas as minorias que o Bloco adoptou como suas: para além do casal heterossexual, haveria também um dirigente gay, uma lésbica, um negro, um transexual, um travesti e até um imigrante ilegal (em regime de nacionalidade rotativa).
Se o Bloco se transformou numa irrelevância política depois das legislativas, não seria má ideia que o líder trotskista se despedisse dele com uma genuína salada russa.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt