‘Correio Indiscreto’ revelou na última edição que está em curso uma conspiração que envolve diversas figuras do PS, o PSD de Pedro Passos Coelho e, obviamente, o Presidente da República. A ideia é substituir Sócrates por uma personalidade socialista e formar um novo Governo com o apoio dos sociais-democratas. Gama e Vitorino são duas hipóteses. Mas há outra. De peso. Chama-se Luís Amado, é ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e nos últimos tempos tem vindo a público manifestar sérias divergências com o primeiro-ministro em diversos domínios. A última teve a ver com a inscrição na Constituição de limites ao défice e à dívida pública. Pois bem. Os sinais exteriores de Luís Amado e o seu protagonismo começam a ser encarados por José Sócrates como uma ‘traição’. A conspiração, como se vê, começa a ter pés para andar.
AZARES DA VIDA: 'PÚBLICO' ESTÁ SEM PALAVRAS E SEM LEITORES
A redacção do ‘Público’ ficou em estado de choque com a morte de Saramago. E, como é habitual nestas circunstâncias, perdeu o tino. Chegaram ao ponto de escrever na primeira página que com a morte do escritor tinham ficado sem palavras. E questionaram mesmo a cremação de Saramago porque assim o ‘povo’ ficava sem um lugar de peregrinação. Pois é. Um jornal sem palavras é o Diabo. E sem leitores também. Volta, José Manuel Fernandes. Estás mais do que perdoado.
ÁFRICA DO SUL: JUDITE NÃO DEU CAVACO À RTP
Judite de Sousa foi até à África do Sul ver um jogo da selecção nacional. A convite do BES. Na companhia do marido, Fernando Seara. Mas quando estava no País de Mandela não deu cavaco aos rapazes e raparigas da RTP que andam por lá há semanas. Nem uma palavrinha de solidariedade, nem um abracinho.
FUGIR DOS MOUROS: JOÃO JARDIM VOOU NO COCKPIT
Sexta-feira, dia 18 de Junho. Alberto João Jardim chegou ao fim da tarde a Lisboa vindo de Bruxelas. Queria ir logo para o Funchal mas só tinha avião às nove da noite. Inconformado, lá conseguiu meter uma cunha e apanhar um avião que, por acaso, estava cheio. Resultado: o voo partiu com meia hora de atraso com o presidente do Governo Regional da Madeira sentadinho no cockpit. João Jardim, aliviado, explicou a pressa: "Não queria ficar mais tempo numa terra hostil".
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